Cada pessoa pela qual nos apaixonamos desconstrói o que acreditávamos ser amor

Cada pessoa pela qual nos apaixonamos desconstrói o que acreditávamos ser amor.

O que isso significa? Muito simples… Vem cá que eu te explico. Quantas vezes você já se apaixonou? Todas as vezes foram iguais? Tenho certeza de que você respondeu “não” para a última pergunta, e isso é incrível. Significa que cada pessoa que cruzou sentimentos com você, te ensinou alguma coisa que desconstruiu a forma como você enxergava o amor.

Isso porque todo relacionamento desconstrói um pouco o que acreditávamos ser amor. Todo relacionamento traz com ele uma enxurrada de ensinamentos. Com Marcela você aprende a se valorizar mais; com Renato você aprende a valorizar mais o outro; com Sofia você aprende a esperar; com Pedro você aprende a expor suas vontades; com Júlia você aprende que nem todo amor, por mais verdadeiro que seja, dura para sempre. E por ai vai… Cada amor, independente da sua forma e duração, te faz refletir sobre coisas que antes passavam despercebidas e, assim, você vai desconstruindo aquela ideia consolidada do que era o amor e vai reconstruindo-a conforme mais pessoas trocam sentimentos com você.

O que eu estou querendo dizer é que o amor não é exato. Hoje você pode acreditar que amor é apenas cumplicidade incondicional, mas amanhã isso pode ter ido pro ralo e a sua única certeza ser que não existe amor sem respeito mútuo. Essa concepção muda o tempo todo e as pessoas que vão cruzando o seu caminho são o motor dessa transformação.

E quer saber mais? Isso é incrível, pois ao transformar a nossa concepção sobre o amor conseguimos manter o ato de se apaixonar uma experiência única. A cada novo relacionamento, vem junto uma nova forma de se apaixonar e enxergar o que é o amor. E quem ficou para trás, com certeza ajuda na nova construção do que é esse sentimento, pois se tem uma coisa que nos acompanha pelo resto da vida é a nossa bagagem amorosa.

Então, vamos lá, continue juntando todos os pedacinhos do que você aprendeu com os seus relacionamentos anteriores e faça deles o que você vai chamar de amor hoje, sem se esquecer de que isso pode mudar a qualquer momento. Até porque a nossa única certeza sobre o amor é que ele é uma das melhores coisas dessa vida, e o resto… Bom, o resto pode sempre mudar!

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Escrito por

Criadora do Para Preencher e autora do romance "Lola & Benjamin", acredita que as palavras têm poder próprio e são capazes de transformar, inspirar e libertar.

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