Três motivos para ler “Comer, Rezar, Amar”

Não faz muito tempo que “Comer, Rezar, Amar” se transformou num dos meus filmes preferidos. A história de Elizabeth Gilbert é de arrepiar qualquer um. No entanto, como boa escritora, sempre fiquei curiosa para ler o livro e conhecer ainda mais profundamente a história da autora.

Ufa! Terminei hoje a leitura de 354 páginas e quero compartilhar com vocês três motivos para incentivá-los a lerem o livro.

1.Há um incrível detalhamento que não é abordado no filme

A edição que eu comprei é a comemorativa de 10 anos do livro e possui uma pequena introdução de Elizabeth sobre sua visão da obra após esses anos e perspectivas de sua vida, que sofreram tantas mudanças desde então. Uma das coisas que conta que achei incrível é sobre o momento na viagem em que teve certeza de que não queria ter filhos e o alívio que sentiu ao aceitar essa decisão que a atormentou por anos. Entre outros detalhes e casos da viagem, esse foi um dos que mais me chamou a atenção, pois tenho certeza de que muitas mulheres passam por esse mesmo dilema.

2.É possível aprender muito sobre a cultura dos lugares que ela visitou

Elizabeth não faz apenas um relato pessoal no livro. Ela abre detalhes da cultura e forma de viver de cada um dos lugares que visitou. Dessa forma, “Comer, Rezar, Amar” é muito mais do que uma história de uma mulher que largou tudo em busca de auto-conhecimento. A obra é praticamente um mini guia cultural sobre lugares muito diferentes do que vivemos.

3.As palavras transmitem a verdadeira energia em cada momento vivido

O filme nada mais é do que uma adaptação. O livro é a verdadeira fonte de sentimentos e descobertas da autora. É lá que moram cada um de seus pensamentos, medos e sonhos. Por mais que o filme seja incrível, percebi que muitas coisas aconteceram de forma diferente na realidade e apenas o livro é capaz de nos transportar para a verdadeira mente de Elizabeth durante a viagem que mudou a sua vida.

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Escrito por

Criadora do Para Preencher e autora do romance "Lola & Benjamin", acredita que as palavras têm poder próprio e são capazes de transformar, inspirar e libertar.

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